A evolução da Profissão Contábil no Brasil, de acordo com Aline Garcia, tem como contribuinte o administrador colonial português Francisco Xavier de Mendonça Furtado (1700 — 1779). Que a favor dessa evolução, no ano de 1754, propôs a criação de uma aula de comércio que depois de dois anos foi aprovada na capital portuguesa, Lisboa.
Após dez anos, a Ordem Régia tornou obrigatório o Método das Partidas Dobradas, ou Método Veneziano que é o sistema padrão usado em empresas e outras organizações para registrar transações financeiras.
No dia 30 de agosto de 1770 ocorreu a primeira regulamentação do profissional contábil com a matrícula dos guarda-livros: o profissional do ofício técnico.
Em 1812 Bahia e Pernambuco abrem concurso para as aulas de comércio. E em 1835 no dia 6 de julho foi aprovado o regulamento da mesma. Havendo expedição de carta de habilitação das aulas.
Em 1915 foi fundado em São Paulo o Instituto Brasileiro de Contadores Fiscais. E um ano mais tarde constituiu-se a Associação dos Contadores, que foi transformado em Sindicato em 1936.
No ano 1924 foi realizado o primeiro Congresso Brasileiro de Contabilidade com o propósito de desenvolver uma campanha para regulamentar a profissão de contador. Assim como em outras regiões no ano 1932 fundou-se o Instituto Riograndense de Contabilidade.
No mês de maio de 1946 aconteceu a Primeira Convenção do Estado de São Paulo com a presença de 75 contabilistas identificados individualmente, sem computar os demais de outros estados. Em outubro deste mesmo ano houve a criação do Conselho Federal de Contabilidade e de seus Conselhos Regionais nos Estados.
Enfim, a partir da criação do Conselho Federal de Contabilidade a profissão vai se firmando com definições mais claras da atuação do profissional. Voltando-se cada vez mais para o desenvolvimento do contador.

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